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Por que escolher ser positivo?

Dr. Barbara Fredrickson, que faz pesquisas sobre o efeito do positivo e das emoções positivas, tem uma grande influência no trabalho de Investigação Apreciativa e seu mais novo trabalho foi citado na última conferência por David Cooperrider.

… o medo fecha nossas mentes e corações, e a esperança abre nossas mentes e corações.

Cultivar a esperança parece que é uma porta para termos mais esperança. Só se colhe o que plantamos, não é mesmo? Interessante o comentário de que o impacto destas escolhas está no mindset mas também no nosso corpo. Como eles caminham em sincronia -- é como se pudessemos escolher tanto por um quanto por outro. Para criar mais possibilidades temos que nos mover em novas direções. :)

Sobre a Psicologia Positiva:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Psicologia_positiva


February 8, 2010 | 8:02 AM Comments  0 comments

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AoH Karlskrona – Sweden

Vou me juntar à comunidade do Art of Hosting para explorar esta prática com os estudantes do curso de sustentabilidade que fiz há uns anos e mais os KaosPilots da Dinamarca e o Team Academy da Finlância/País Basco.

Vai ser um espaço curioso – há muito já tinha imaginado a comunidade dos estudantes em sustentabilidade e a necessidade de robustez e ciência com o approach de mudança coletiva que o AoH pode trazer. Tudo isso apimentado pela forma interessantíssima de explorar o aprender que tem KaosPilots e Team Academy… já veremos o que sai. São esperadas 80 pessoas.

O convite está em http://sites.google.com/site/aohkarlskrona/


February 7, 2010 | 10:02 AM Comments  0 comments

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Appreciative Inquiry: Generating Opportunities for Change

Informação de ESADE Alumni Website

The ESADE Alumni Personnel and Organisation Management Club invites you to see organisations from a different point of view. We normally see organisations as impervious to change, a source of problems that need to be solved. High-impact techniques such as Appreciative Inquiry can be used to combat this view.

Appreciative Inquiry starts by transforming our previous views into a perception of organisations as places of great possibility, where we can investigate strengths and aspects worthy of preservation without obsessing over what weaknesses we should be eliminating.

Human systems move in the direction in which we investigate them. Appreciative Inquiry is a support process that allows us to systematise this investigation and organise it in clear stages of intervention.

This method is applied by means of carefully prepared questions that invite the organisation to appreciate its strengths and glean from them the alignment and collaboration of its teams, as well as the energy to collectively work towards a dream.

Augusto Cuginotti, an expert in Appreciative Inquiry based at Case Western Reserve University (Cleveland, USA), will be helping us to explore this new paradigm. He will explain the fundamental principles of the methodological process and present a case that illustrates how the method can be applied in companies.

Entrance Fee:
Members: Free
Non-members: 20 euros

Each member may bring a maximum of one guest.

For further information:
clubpersonasyorganizacion@alumni.esade.edu

  • Date: 23/01/2010
  • Time: 09:00
  • Place: ESADEFORUM. Av. Pedralbes 60-62. Barcelona

January 20, 2010 | 2:01 AM Comments  0 comments

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Escolas matam a curiosidade?

Refletia sobre curiosidade e sobre a arte de fazer perguntas quando recebi essa frase de uma amiga:

Quando consideramos os aspectos sutis do conhecimento e aprendizado, levamos os outros para a profundidade.

Será que uma pessoa que não é curiosa pode fazer intervenções que despertem a curiosidade? Estava conversando sobre a tendência geral de se fazer pergunta para testar ou aconselhar – essas perguntas normalmente retóricas, aquelas que você pergunta sabendo a resposta. Nada de curiosidade.

As vezes as perguntas retóricas (como em Como se formam as nuvens?) são um disfarce a perguntas curiosas (Como vocês acham que se formam as nuvens?). A curiosidade não está somente no conteúdo, mas o curioso para você, neste caso, pode ser o que imaginam os demais da formação das nuvens. Enfim, não se trata de perguntar somente o que você não sabe, mas encontrar o que você não sabe (e está curioso) dentro da pergunta que faz.

Sobre a frase: talvez não levemos ninguém a lugar nenhum, mas certamente convidamos para a profundidade quando entendemos e utilizamos a sutileza das perguntas, mais como uma representante da nossa curiosidade genuína do que como uma técnica metodológica.

Educadores só deveriam fazer perguntas curiosas.


January 18, 2010 | 11:01 AM Comments  0 comments

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Final de ano na Espanha

Passei meu primeiro final de ano na Espanha -- fui para a Andalucía, onde reina o verde e branco e tomate se bebe. Com azeite. :)

Para o fim do ano, cada badalada de meia noite vem com uvas, uma uva por badalada, e como as badaladas de Sevilla são rápidas, tem que achar uma uva pequena, senão engasga. E não é bonito engasgar no ano novo.

E a música de Natal me lembra o balão mágico… :)

Em quanto isso na Catalunya, a 25 de desembre, fum fum fum


January 11, 2010 | 3:01 AM Comments  0 comments

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Escolas matam a criatividade?

No meu processo atual de incorporar as tantas coisas mentais que andei explorando durante meus anos de vida, ver este vídeo de novo foi muito interessante. Resolvi parar de tomar os remédios que me dão -- livros, por exemplo -- com exceção dos fantásticos, claro :). Adoro a parte da hierarquia escolar, especialmente a hierarquia das artes, porque é claro que temos umas aulas de teatro na escola, elas ajudam a falar em público, sabe?

Estava vendo recentemente este grupo, 5 Ritmos, e o trabalho que eles fazem com a dança -- me pareceu o incorporar total e estou procurando por aqui. Se não achar me mudo pra NY. Também me lembrei dos meus estudos de psicomotricidade relacional com crianças -- procurei e, fora Brasil e Portugal, não achei quase nada -- e isso porque o idealizador da coisa, Monsieur Lapierre, é francês. Nós, lusófonos, somos o máximo!

Me lembrei da história que me contaram sobre a conversa entre uma estudante de dança (D) e um estudante de física (F).

F: Ah… e onde você estuda?

D: Na Unicamp, faço faculdade de dança.

F: QUE LEGAL!! Dança! Deve ser o máximo!!

D: Humm… er… é. E você estuda o quê?

F: Física.

D: QUE LEGAL!!! Física! Deve ser o máximo!!

Quem dança profissionalmente já deve ter ouvido: além de dançar, você faz o quê?

Vale para professor e estudante também: além de dar/ter aula, você faz o quê?

Jogue seu cabeção para o lado e prove que criatividade não se mata -- apesar de poder estar enterrada -- e que a escola não é tão poderosa assim. Resista, mande as novas para contarmos histórias criativas de como podemos ser mais do que decidiram os educadores-coveiros do século XIX.

Ah… se mandar a história em vídeo, pintura, coisa e tal… ganha ponto positivo, viu?


December 24, 2009 | 1:12 AM Comments  0 comments

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II Curso Diálogo Apreciativo en Barcelona – 2010

Tivemos um curso de sucesso em Novembro e teremos outro, com formato de datas diferente, em 2010.

Curso de Investigação Apreciativa em Barcelona em Abril e Maio de 2010. Em 20 horas divididas em 2 semanas, uma introdução aos princípios e à metodologia de IA. Em castelhano.

Invitación Dialogo Apreciativo – 29 e 30 de abril – 6 e 7 de maio, Barcelona, Espanha


December 22, 2009 | 7:12 AM Comments  0 comments

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E se uma bolha mágica…?

No dia 7 de dezembro, logo no começo da COP15 em Copenhaguen, Andresa e eu fizemos uma primeiro trabalho juntos – pegamos uma sugestão de atividade que ela já tinha adaptado e feito com seus alunos alguns anos antes e trabalhamos com 3 turmas, com idades entre 8 e 11 anos.

O convite foi para que eles explorassem o que aconteceria se de repente a casa em que eles moram com a família fosse envolta por uma bolha transparente mágica – e nada pudesse entrar ou sair dela, a não ser a luz do sol.

Casa na bolha

A experiência foi ótima. Além de muito divertido, percebemos que o entendimento das crianças sobre estes temas está realmente relacionado com a história que é contada para elas. Não é que a geração é mais inteligente que alguma outra, apenas estão expostas a histórias que consideramos mais inteligentes.

Algumas histórias, principalmente do grupo dos mais velhos, ainda conta a velha fábula de sempre:

  • alguns dos grupos estavam decididos que não existia outra opção a não ser esperar pela hora da morte – não dava para sair para comprar comida, então não tinha jeito.
  • outros decidiram viver dentro de uma loja ou de um restaurante – aí sempre ia vir comida de algum lugar, certo? Garçom! :)
  • Uma das meninas disse que, antes que a bolha fosse criada, ela ia trabalhar bastante e ter bastante dinheiro para comprar o que fosse preciso.
  • “Vamos criar um espaço aqui no canto da bolha e colocar todas as coisas ruins (lixo, gases, poluição), assim ficaremos bem”.

E por outro lado…

  • “Ah, sem problemas, se podemos construir um lago aqui antes e ter uma fazenda, vamos ter água sempre que vai evaporar e chover e também vamos ter comida”.
  • “Vamos ter que usar menos energia, mas ainda podemos ter alguma se construirmos uns painéis solares…”

Abaixo algumas fotos. Achamos tão legal que resolvemos propor para outras escolas também.


December 19, 2009 | 9:12 AM Comments  0 comments

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E se uma bolha mágica…?

No dia 7 de dezembro, logo no começo da COP15 em Copenhaguen, Andresa e eu fizemos uma primeiro trabalho juntos – pegamos uma sugestão de atividade que ela já tinha adaptado e feito com seus alunos alguns anos antes e trabalhamos com 3 turmas, com idades entre 8 e 11 anos.

O convite foi para que eles explorassem o que aconteceria se de repente a casa em que eles moram com a família fosse envolta por uma bolha transparente mágica – e nada pudesse entrar ou sair dela, a não ser a luz do sol.

Casa na bolha

A experiência foi ótima. Além de muito divertido, percebemos que o entendimento das crianças sobre estes temas está realmente relacionado com a história que é contada para elas. Não é que a geração é mais inteligente que alguma outra, apenas estão expostas a histórias que consideramos mais inteligentes.

Algumas histórias, principalmente do grupo dos mais velhos, ainda conta a velha fábula de sempre:

  • alguns dos grupos estavam decididos que não existia outra opção a não ser esperar pela hora da morte – não dava para sair para comprar comida, então não tinha jeito.
  • outros decidiram viver dentro de uma loja ou de um restaurante – aí sempre ia vir comida de algum lugar, certo? Garçom! :)
  • Uma das meninas disse que, antes que a bolha fosse criada, ela ia trabalhar bastante e ter bastante dinheiro para comprar o que fosse preciso.
  • “Vamos criar um espaço aqui no canto da bolha e colocar todas as coisas ruins (lixo, gases, poluição), assim ficaremos bem”.

E por outro lado…

  • “Ah, sem problemas, se podemos construir um lago aqui antes e ter uma fazenda, vamos ter água sempre que vai evaporar e chover e também vamos ter comida”.
  • “Vamos ter que usar menos energia, mas ainda podemos ter alguma se construirmos uns painéis solares…”

Abaixo algumas fotos. Achamos tão legal que resolvemos propor para outras escolas também.


December 19, 2009 | 9:12 AM Comments  0 comments

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O que local e global afinal de contas?

Bom, esse sou eu depois de vários dias mal dormidos, perguntado sobre minha visão sobre 2020 sem pensar muito. :) Depois da entrevista, e vendo o nome da iniciativa – Planet Positive – passei para a jornalista o site internacional do Imagens e Vozes de Esperança – e acabei sendo citado por aí. :)

Podemos fazer comunidades mais globais empoderando o local – como diria a Vandana Shiva: devemos ser economicamente localizadores e culturalmente globalizadores.

Se isso faz sentido, quais são as estruturas locais que nos conectam com o pensamento global? E quais são as estruturas globais que estimulam a teia comunitária local?


December 18, 2009 | 12:12 PM Comments  0 comments

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